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sábado, 6 de dezembro de 2008

Glória do desporto nacional

Na última quarta o Sport Clube Internacional foi a campo atrás de um título inédito não só para sua história, mas também para o futebol brasileiro: a Copa Sul Americana. Muitos dizem que é a segunda divisão do continente, mas ainda assim é um título internacional, que dá dinheiro e visibilidade.

A trajetória do Colorado na Sulamiranda é impecável, só perderam um tempo do jogo de 180 minutos da final. Despacharam grandes nomes como Grêmio, Boca e o próprio Estudiantes - que mesmo não mordendo ninguém há algum tempo tem aquelas coisas místicas de camisa e torcida e copeiragem e peleadorismo. Não importa que alguns tenham usado reservas em jogos: o Colorado fez todo o dever de casa na disputa e mereceu a taça que agora descansa junto com a Liber e a do Mundial na beira do rio.

Confesso que não acompanhei a Sula por compromissos em vermelho e preto, mas assisti ao último jogo. E que jogão, meu Deus do céu. E que time bom esse do Inter. Realmente uma pena que tenha demorado a engrenar, pois poderia estar em posição muito mais confortável na tabela do Brasileiro, mas cada um priorida o que bem entende: eles não encaixaram pro campeonato nacional, foram para o plano b e levaram. Com muito mérito, inclusive.



E, mais uma vez, a mui leal e valerosa Porto Alegre amanheceu vermelha. Mesma cor que acabou por tingir parte da América do Sul nessa última quinta-feira. Sinceros parabéns ao Internacional que merece mesmo que vivam a exaltar.


P.S.: Mais relatos sobre a conquista colorada podem ser achados aqui e aqui.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

De carona no teu coração*

Ontem começou a Copa Sul Americana para os times brasileiros. É, aquela competição que só te dá a marra de dizer que ganhou algo fora do país, já que ela não leva a mundial e nem dá vaga na Liberators. É mais ou menos, como se a galera disputasse um campeonato no Aterro, mas com grife e organizado pela Conmebol. É quase uma Copa do Brasil piorada.

Pelo que me contaram, o jogo entre Atlético-PR e São Paulo foi insosso. O que dá pra perceber num preguicento resultado de 0x0. Bom pro SPFC, que entrrou em campo com reservas e decide quem segue no Morumbi em umas 2 semanas, acho.

Hoje, no Rio, enfrentam-se Vasco e Palmeiras, todo mundo com time misto. E eu só penso que se os titulares do Vasco já tão naquela desgraça, imaginem os reservas...

No paralelo 30 temos Grenal e a cidade já respira isso há tempos, como me dizem os meninos no Impedimento. Inter vai com os titulares e Grêmio com mistão. Sou contra disputar clássico com time reserva, mas compreendo a atitue do Grêmio e, fosse eu treinadora, faria o mesmíssimo. Explico, os tricolores estão na liderança do Brasileiro, uma competição dessas que dá tremenda marra e uma vaga na Liberators. Mesmo sabendo que não existe favorito em clássico, afirmo que o Grêmio é o time a ser vencido, está com uma campanha ótima no Big Brazilian e certíssimo em não arriscar perder alguém para avançar num campeonato que, combinemos, vale nada, né? Já o Inter teve um mês de julho esquisitíssimo e precisa mesmo é de um clássico pra ver se engrena no campeonato das pessoas grandes.

Se o espírito olímpico deixar, dou uma conferida nas partidas, mais à noite. Nem que seja só pra pedir meu dinheiro de volta.


*Título de uma música da Sula Miranda. Como a competição doravante se chamará. Na verdade, sulamiranda, mas vocês entendem, né?