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domingo, 29 de junho de 2008

O Senhor da Europa

A final da Eurocopa de hoje promete ser um jogo chato e extremamente burocrático entre Espanha e Alemanha. Por mais que seja final e haja uma qualquer coisa de emoção por ser final, continuo achando a forma de ver o jogo no Velho Mundo entediante e não adianta oquanto tentem me vender que será jogão.

Inclusive, não acredito na possibilidade de haver jogão como conheço entre seleções. A genter torce, aquele sentimento nacional, a coisa de se ufanar de si mesmo, mas não é como torcer para o nosso time. As cores representam o país? Certamente, mas nada me emociona mais do que estádio lotado cantando o hino do meu Mengão. Sim, já vi jogo da seleção, já cantei o hino com uma massa de brasileiros. Mas não é a minha paixão, não é minha vida, não é minha história, não é meu amor. Até mesmo, me parece que as pessoas que vão a jogos de seleção estão lá muito mais pelo social do que por todos os motivos que pessoas comuns se desesperam semana após semana.

Nesse momento, está rolando a cerimônia de encerramento, só vejo uns bonecos com umas bolas e agora o Enrique Iglesias vai cantar. Xianey e eu comentaremos o jogo. Então, vocês sabem: terminou o jogo, se joga no F5 aqui.


Updates:

-Espanha 1x0. Golaço do Torres, cuja chapinha está visivelmente desfazendo.
-Lá na Europa os árbitros são bem charmosos. Roberto Rosseti pode apitar na minha vida tranquilamente.
-Espanha deu uma canseira e a Alemanha desisitiu do jogo no segundo tempo. Depois de 44 anos a Espanha leva uma taça pra casa e fizeram uma festa muito legal no estádio. Casillas pode vir comemorar comigo quando quiser.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Vem... Quer dizer: VAI, BALLACK!

Mesmo simpática a times de menor expressão, achei bem merecida a vitória alemã na semi-final de ontem. Bom ver um pouco do lógica de quando em quando. A seleção turca pe esforçada, raçudona, fez vários milagres, mas, sinceramente, só isso não basta. Para uma nação sem tradição no ludopédio, eles fizeram muito bonito e superaram todas as expectativas chegando à semi-final; não foi uma derrota vergonhosa, o 3x2 para os alemães. A bem da verdade, não foi nenhuma vergonha. Merecem os parabéns, os turcos. É uma pena que não haja disputa de terceiro e quarto lugar, porque minhas fichas estariam todas no Crescente com a estrela.

A Alemanha agora aguarda o vencedor de Espanha x Russia, jogo que acontece essa tarde. Se fosse pela já mencionada simpatia por menos expressivos, torceria pela Rússia; mas se parasmos para pensar, quem a Espanha é mesmo no jogo do bicho? Muito se fala, mas a realidade está a anos-luz da teoria de que eles seriam uma grande força tradicional do esporte bretão. Num resumão rapidinho: esse jogo de hoje é o alternativo-mainstream x alternativo-tr00. E que vença o melhor.

E se Casillas ficar triste com alguma coisa, pode mandar lá pra casa, que consolo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Ah, Italia...

Enquanto que por aqui somos obrigadas a nos contentar com um futebolzinho muito do meia boca, na Eurocopa a chapa está quentíssima. No jogo de ontem, os italianos colocaram os franceses pra dançar a tarantela e garantiram sua vaga na próxima fase. Já seria sensacional se parasse aí. Mas é a Itália - que é feita de flores, onde só se fala em amores - e Cassano resolveu elevar a comemoração ao máximo do sem sentido e simplesmente tirou a roupa. Sim, ele ficou só de cueca correndo pelo campo, no mais perto da personifacação do "nu e em chamas" que a boleiragem já viu.

E fazendo um retrospecto rápido, esse Cassano é uma das maiores galhofas futebolisticas. Uma vez, durante um jogo, ele tomou um amarelo do juiz por comemorar muito efusivamente um gol e, se você pensa que ele ficou enraivecido, se engana. Cassano abraçou o árbitro. E, nesse mesmo jogo, quando tomou o vermelho lançou sua camisa na cara do homem de preto e saiu de campo. Ou seja, o cara é totalmente dos nossos.

Dito isso, só me resta encaminhar a matéria a Fábio Luciano e Herrera com uma notinha muito simples, escrita à mão, dizendo: Fica a dica, coração.

quinta-feira, 5 de junho de 2008