Os dois melhores resultados na Liberators foram na altitude e com muita reclamação. E todas as partidas com um time do Flamengo muito superior e perdendo gol como eu perco tarracha de brinco. Assim sendo, depois dos 4x2 de ontem à noite, sugiro que a final do carioca seja transferida para Nova Friburgo que a taça vai direto para a Gávea.
Sobre o jogo, não comento muito porque estava ainda no trabalho e só consegui acompanhar pelo rádio. E transmissáo radiofônica é aquilo que conhecemos: mata oo vivente do coração até em saída de bola. No mais, dever de casa feito, agora o problema chama-se Botafogo.
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
chuchu e chocolate
hoje teve tortura on-line via rádio clube am de patos de minas, narração atrasada e confusa e um jogo perigoso que no fim dá até alívio de ter terminado zero a zero. dizer que o empate "é bom" eu já acho demais, BOM pra mim é GOL. NOSSO. mas dos males o menor, e pelo menos mantivemos a liderança e não corremos o risco de passar outro vexame em rede nacional! (putz, eu fiquei quietinha, fingindo de morta, achando um bom de ninguém perguntar nada, aí vai a porra do fantástico e mostra aquele frangaço pro brasil inteiro! taquiupariu...)
pra não dizer que a noite foi de todo chocha, também teve libertadores e a traulitada tomada pela "super máquina azul" das gerais. claro que vão pôr a culpa na altitude, ninguém nem vai falar que isso nem foi um grande problema assim pros outros times brasileiros. frescura básica. mas não pude deixar de lembrar da lila e rir demais sozinha comemorando:
Ê, LELEÔ! LELEÔ, LELEÔ, LELEÔ... POTOSÍ!!!
pra não dizer que a noite foi de todo chocha, também teve libertadores e a traulitada tomada pela "super máquina azul" das gerais. claro que vão pôr a culpa na altitude, ninguém nem vai falar que isso nem foi um grande problema assim pros outros times brasileiros. frescura básica. mas não pude deixar de lembrar da lila e rir demais sozinha comemorando:
Ê, LELEÔ! LELEÔ, LELEÔ, LELEÔ... POTOSÍ!!!
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Rumual Himalaia
O Flamengo chiou, esperneou, bateu pé, fez beicinho e disse que só iria se fosse no Champion. Mas no fim das contas, teve que colocar a mochila nas costas e conferir de perto qual era a Nova Onda do Imperador.
Cuzco é alta e as pessoas pegam ar até indo de um lado a outro do quarteirão, mas o rubro-negro parou com o beicinho e decidiu que queria a vaga pras oitavas. Entrou em campo meio descontrolado e economizando no fôlego, deixando, assim, os universitários dominarem e chutarem sem medo para defesas sensacionais de Bruno (que, aliás, quero sempre jogando na altitude que não se adianta, o moço). Mas veio o intervalo e, com ele, a conversa de Joel Santana.
O Flamengo voltou outro no segundo tempo e chegou quebrando tudo pros lados do Cienciano: Renato Augusto, aos oito aliviando o coração rubro-negro, afinal, estávamos jogando pelo empate e, bom Deus, ganhávamos pelo mínimo. Agora o Cienciano que corresse atrás. Mas os peruano pareciam instáveis, perdidos e assustados. O tempo passava e aos 32, caiu Toró neles, anotando o segundo. JESUSMARIAJOSÉETODOSOSBICHINHOSDOPRESÉPIO, 2xo pra gente. DOIS. A. ZERO. Perdeu, Cienciano, passa ali na Cove que tem uma camiseta perfeita pra vocês.
Mas o Flamengo queria mais, mais, mais, mais glitter e Juan carimbou a goleada e a passagem pras oitavas com um GOLAÇO aos 48. Estava atônita na frente da TV. Era impossível acreditar que não só a gente ganhou, como calou a boca de toda a gente peruana, que até antes do jogo, nos chamava de medrosos e maricas. Três gols de diferença na altitude é chocolate. E desses 80% de cacau. Chupa, Cienciano. Não era o rei das alturas? Pois eleve seu trono, porque o Senhor dos 3.400 metros acima do mar é rubro-negro.
Cuzco é alta e as pessoas pegam ar até indo de um lado a outro do quarteirão, mas o rubro-negro parou com o beicinho e decidiu que queria a vaga pras oitavas. Entrou em campo meio descontrolado e economizando no fôlego, deixando, assim, os universitários dominarem e chutarem sem medo para defesas sensacionais de Bruno (que, aliás, quero sempre jogando na altitude que não se adianta, o moço). Mas veio o intervalo e, com ele, a conversa de Joel Santana.
O Flamengo voltou outro no segundo tempo e chegou quebrando tudo pros lados do Cienciano: Renato Augusto, aos oito aliviando o coração rubro-negro, afinal, estávamos jogando pelo empate e, bom Deus, ganhávamos pelo mínimo. Agora o Cienciano que corresse atrás. Mas os peruano pareciam instáveis, perdidos e assustados. O tempo passava e aos 32, caiu Toró neles, anotando o segundo. JESUSMARIAJOSÉETODOSOSBICHINHOSDOPRESÉPIO, 2xo pra gente. DOIS. A. ZERO. Perdeu, Cienciano, passa ali na Cove que tem uma camiseta perfeita pra vocês.
Mas o Flamengo queria mais, mais, mais, mais glitter e Juan carimbou a goleada e a passagem pras oitavas com um GOLAÇO aos 48. Estava atônita na frente da TV. Era impossível acreditar que não só a gente ganhou, como calou a boca de toda a gente peruana, que até antes do jogo, nos chamava de medrosos e maricas. Três gols de diferença na altitude é chocolate. E desses 80% de cacau. Chupa, Cienciano. Não era o rei das alturas? Pois eleve seu trono, porque o Senhor dos 3.400 metros acima do mar é rubro-negro.
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