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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Mas que raios?

Ontem teve um monte de jogo e poucos fizeram sentido.

O Vasco tomou uma sapatada do São Paulo. Provavelmente para ficar esperto. Vi pouco desse jogo porque estava esperando mesa no bar, daí vocês sabem que é necessário lançar os olhos de águia em quem está pagando a conta e nos "malandrões" que querem roubar mesa. Modos que nem sei direito o que rolou com o Almirante, apenas que foi bizarro. E feio. E se esse time não tomar jeito, é segundona à vista.

Falando em sapatada, o Flamengo - com aquela zaga que é uma mãe - fez a gracinha de perder para a PONTE PRETA. Gente, PONTE. PRETA. Não dá nem para ficar com raiva direito. ainda estou tentando entender o que rolou. O time precisava de alguém que finalizasse, daí trouxeram menino Monero e, olha, não vi essa rapeize finalizando ainda. Se vocês se lembram de algo do meu comportamento, sabem que começamos o jogo do litígio: até quando eu sigo vendo o Flamengo cometer essas pataquadas? Até quando continuarei vendo jogo e me irritando? Quando o flamengo perceberá isso e começará a jogar decentemente? Muitas perguntas, nenhuma resposta. Pelo menos, a cerveja estava gelada.

Na sequência - mentira, era uma coisa meio que concomitante - tivemos o Fluminense. O favoritíssimo Fluminense. O time de guerreiros. Aqueles que estão "criando tradição em Libertadores". Está bem, parei. Mentira, não consigo parar de rir. Especialmente, porque a galera de Laranjeiras estava em chamas, falando que já tinha, inclusive, eliminado o Galo e estava na final. Só esqueceram de combinar com o Olimpia. E fica a dica pra quem acha que sabe das coisas: favoritismo, meus amigues, não se trata de quantidade de títulos "relevantes", mas sim de como a equipe funciona: se como um time ou como um bando de gente correndo atrás da bola.

E como ainda tem muitos dias nesse feriado, eu vou ali rodar minha peruca. Vocês se cuidem e não façam nada do que eu não faria, viram.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pra não falar que não falamos mais nada...

Faz um tempão que não passamos por aqui, não é mesmo? Shame on us. Porém, como deixar passar em branco este momentaço de Libertadores 2012?


Corinthiana, maloqueira e sofredora, graças a Deus, sou mesmo! Depois de tantos tropeços por aí, ali e acolá, depois de tantos Tolimas arranhando nossos sonhos de um título que todo mundo tem, menos a gente e que a gente liga, sim, pra isso inédito, estamos nas Quartas e enfrentaremos o Vasco nos dias 16, em São Januário e 23, no Pacaembu.

Só que não vim aqui pra falar do time de coração, não. Acreditem ou não, estou aqui pra falar daquele outro alvinegro paulista, aquele time sempre encardido e do eterno 7x1 o Santos. Piadinhas à parte, finalmente o Brasil está mostrando que é rei da bola e que ainda tem futebol arte, aquele futebol moleque.

É um time que tem se mostrado completo? Por demais. Tem um Muricy que, apesar de chorão, a meu ver é um dos melhores estrategistas? Tem, sim.

Mas agora é hora de dar o braço a torcer e ver um time disputando Libertadores e Paulistão e dando show nos dois. Um time que já  tá com a mão na taça do Paulistão no ano de seu centenário e que não precisará ficar dando desculpas, dizendo que o ano do centenário começa no dia do aniversário de 100 anos (ainda tenho vergonha destas desculpinhas corinthianas... Sério!).

Finalmente nós, brasileiros, mostramos que, se não conseguimos respirar na altitude, sabemos chutar uma bola com peso normal ao nível do mar. Não, não sentimos que estamos chutando uma bigorna, nossos chutes são longos e produtivos e conseguimos usar isso a nosso favor. A rede boliviana foi agitada 8 vezes na noite de ontem.

Será que agora os times brasileiros perceberam que a altitude joga contra pros dois times. Seja o excesso ou a falta dela? Se todos perceberam, eu não sei, mas o que o Santos fez ontem foi de encher os olhos e, com certeza, estufou o peito de sua torcida.

Próxima fase, quartas de final, 4 brasileiros. Se a coisa der certo pra pátria de chuteiras, 3 continuarão, já que ninguém mexeu nos embates. Todos fazendo sua lição de casa, pode haver final brasileira. Não só pela chance do meu time chegar mais longe, mas, confesso que, mesmo com os demais times requenguelos da competição, estou bem feliz com a participação brasileira e acho que é a hora de chutarmos as bundas de novo.

E que a seleção canarinho siga o mesmo caminho. Amém.



PS: VAI, CURINTIA! (não podia perder a oportunidade e tal, né?)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Pensando à frente

Vocês não sabem, mas tou naquela época em que to desistindo do Flamengo (época essa conhecida como todo pós-jogo de vergonha indescrítivel). Junto a isso, tem um amigo são-paulino que, em prol do bairrismo interioriano, decidiu abdicar do SPFC esse ano e vive me perturbando. O projeto dele é Barueri na Libertadores.

Depois do jogo de hoje, realmente acredito que o time até tenha qualquer chance de permanecer entre os primeiros colocados no Brasileirão desse ano. Não tinha acompanhado nenhum jogo deles até a noite de hoje e, olhem, é um time chato, bem arrumadinho e tem um sujeito que se amarra em romper cidadelas adversárias. Não sei que jogos vocês acompanham, mas na semana passada, só ouvi gol do tal Val Baiano. Continuando assim, vai longe.

O problema mesmo é que o Barueri tem cara, jeito e cheiro de time-empresa. E nós sabemos bem como é a trajetória de times-empresa: eles aparecem, incomodam e somem por anos,a té que alguém invista e eles voltem ao início do ciclo.

Na real, na real, só queria mesmo dizer que, de acordo com esse amigo, o Barueri é Carapicuíba na Libertadores. E de Carapicuíba, eu gosto.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Play it off, Keyboard Cat


Keyboard cat endossa o terceiro fracasso brasileiro consecutivo na Liberators

Seguindo a linha clichê básica do futebol de que "quem não faz, leva", o Cruzeiro caiu aos pés do Estudiantes diante de 70 mil torcedores que davam como certa a ida pra Dubai (pfffff).

Ano passado o Fluminense foi mais raçudo na final. Perdeu pela maldição dos pênaltis, a secada geral (inclusive minha) e o castigo divino que recaiu sob Renight que sempre teve a língua maior que a boca e pagou pelas merdas que disse.

Neste ano, o Cruzeiro foi às finais e manteve pelo terceiro ano consecutivo o fail brasileiro no torneio. Quando abriu o placar no segundo tempo, resolveu respirar e esqueceu que ainda tinha mais meia hora de jogo pra ganhar. Tomou gol. Desesperou, tomou mais um. Deus era argentino ontem (ou torcedor do galo, heh) e não quis um empate e a bola foi pra trave. Desesperou mais e aí adiós Dubai.

Mais uma vez os argentinos deixam a importante lição que é importante ter sangue frio pra virar e ganhar, principalmente se for na casa dos outros. Todo o mérito e parabéns pro Estudiantes que não só marcou, como anulou as tentativas de jogo cruzeirenses.

Lances sérios à parte, é bom demais ver as marias perdendo. em casa. rá.

Se eles vão se dar bem contra o Barça, aí veremos.